Portugueses, tugas, produtores de ferro, vendedores de peixe e guerreiros que já carregaram no botão errado pelo menos uma vez:
Decidi candidatar-me ao Congresso de Portugal.
Não venho prometer que amanhã temos o mapa todo pintado com as cores que muitos discutem, que cada cidadão recebe um pastel de nata ou que vou descobrir petróleo na Serra da Estrela. Convém manter os pés assentes na terra, de preferência numa região com bom bónus.
Na guerra sou a favor de combater quando existe objetivo, preparação e coordenação. Quando Portugal precisar, é para aparecer. Dar aço é bonito, dar aço com contas feitas é ainda melhor.
Também gostava de contribuir para uma comunicação mais clara entre Governo, Congresso, MUs e jogadores naquilo que forem as minhas possibilidades. Se existe um plano, que seja explicado. Se precisamos de recursos, que se diga. Se uma decisão é controversa, que se discuta.
Portugal precisa tanto dos Rambos como dos contabilistas. Alguém tem de disparar as balas e alguém tem de perceber porque é que elas ficaram tão caras.
Ainda tenho muito para aprender, mas prometo atividade, bom senso, vontade de ouvir e decisões com alguma lógica.
Se correr bem, fazemos um bom trabalho.
Se correr mal, culpamos os marrecos.
(cada um assina)