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Daeron12 de julho de 2026politics

Devo confessar que o meu artigo anterior foi alvo de muitas críticas. Fui chamado de ignorante e acusado de fazer "peixeradas" — confesso que até gosto. Houve insultos, houve quem tivesse ataques de pânico ou de ira. Por favor, fechem o jogo por uns momentos, respirem fundo e liguem para o SNS24 para procurar apoio psicológico. A saúde mental é importante!

Estamos a falar de um jogo online sobre geopolítica, e o meu partido, o Escudo Lusitano, acrescenta uma camada extra de role play, ao estar imerso na Monarquia da Dinastia de Avis.

Já mudei as minhas empresas de ferro e aço para a Sérvia e para a República Democrática do Congo, respectivamente, seguindo as indicações do novo departamento de comunicações. A propósito, a Cassie — (e, já agora, gosto de: Rainha Cassie I de Portugal, da Casa de Avis ) tem feito um trabalho verdadeiramente notável. Ter essas indústrias em proxies ajuda-nos imenso a evitar que as nossas empresas estejam em países inimigos a pagar impostos. É um passo gigante na direcção certa, feito pelo nosso presidente DaN.

Mas não se vai conseguir gerar muita riqueza para tempos de guerra, entre 5k e 10k por semana, o mesmo que produz Portugal só por existir: a riqueza cria-se de duas formas. Primeiro, com empresas que têm trabalhadores a pagar impostos — as automatizadas contribuem em nada neste aspecto. Segundo, com o desenvolvimento regional, que depende de dois outros factores-chave: a população, que é escassa - 6 e 7 respetivamente - (considera-se o total da população activa com a sua média de nível e divide-se equitativamente pelo número de regiões), e as empresas — automatizadas ou não — registadas nessas regiões.

É por isso que os Países Baixos, apesar de pequenos, têm um desenvolvimento regional elevado: 584 cidadãos com nível médio e apenas 3 regiões. Fica aqui a informação para a nova geração de jogadores do Warera em Portugal. Estará correcto, senhor professor?

Muito disto mudará com a próxima actualização, já que deixará de ser uma média e cada jogador passará a ter uma home numa região específica. Além disso, serão introduzidos meios de transporte civis, como o comboio e o avião, que também contarão para o desenvolvimento regional.

Quero quebrar essa mentalidade, trazida da vida real, de que Portugal é pequenino, mal localizado, com poucos recursos: o coitadinho. Falso!

Ainda acredito que Portugal tem potencial industrial e acesso a recursos estratégicos sem necessidade de muita guerra. Lembrem-se de que, durante o reinado de D. Manuel I, da Casa de Avis, quando chegávamos a um território, instalávamos uma estrutura de pedra com forma fálica e o escudo do reino no topo (quem sabe.. sabe).

Depois, criávamos uma feitoria e, por fim, desembarcávamos a nossa arma mais poderosa, que fazia ajoelhar as tribos mais aguerridas: o padre jesuíta. Se, mesmo assim, não se tornavam nossos parceiros, aí sim, passávamos à espada e ficávamos com Marrocos — aliás, com as suas terras.

Mas, se não acreditam que podemos ser uma potência industrial, também temos alternativas ao industrialista fanático: o agrário fanático, que concede um bónus de produção de 60%, sem guerras. O Escudo Lusitano pode transitar de um para o outro, desde que se mantenha monárquico.

Dou o exemplo dos dois países mais ricos do Warera: Islândia e Gronelândia — autênticas monarquias agrárias, monopolistas do peixe.

E nós, portugueses, exportamos para o mundo inteiro — não apenas pastel de nata, mas também enchidos, presunto, vinho, cortiça, feijoada e as mil e uma maneiras de fazer bacalhau. O Reino de Portugal foi grande com a Casa de Avis e pode sê-lo novamente. Basta acabar com a mentalidade do coitadinho.

*Pela nossa Rainha, Pela Pátria, Pelo Escudo!* 👑🇵🇹

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