(Movimento pela Soberania Territorial)
Publicado pelo Comando Central da Resistência
No contexto geopolítico atual do cenário Warera, onde a disputa por recursos naturais, zonas de influência e corredores logísticos intensifica a militarização das fronteira e a expulsão de populações tradicionais, o Movimento pela Soberania Territorial (MST) anuncia a criação de seu braço de defesa armada autônoma: a Guarda Revolucionária MST.
1. Contexto e justificativa
A escalada das ações de despejo forçado por milícias privatistas, somada à crescente interferência de exércitos estrangeiros disfarçados de "forças de paz" ou "consultorias de segurança", inviabilizou a manutenção da resistência exclusivamente civil. Dados do último relatório do Conselho de Facções indicam aumento de 240% em operações de contra insurgência contra territórios autônomos.
Diante disso, criamos o MST, aprovado por unanimidade a criação de uma guarda revolucionária com as seguintes finalidades:,
Defesa militar dos territórios já retomados.
Proteção de comboios de abastecimento interno.
Ações táticas de interceptação contra avanços não autorizados.
2.Relações com outras UM.
A criação da Guarda não implica declaração de guerra automática contra qualquer potência ou movimento. O MST mantém sua política de:
Neutralidade ativa: não se alia permanentemente a blocos hegemônicos.
Cooperação tática pontual: permite acordos de não agressão e apoio logístico recíproco com outras facções de resistência territorial.
Hostilidade apenas reativa: a Guarda só inicia ação armada em resposta a invasão comprovada ou cerco iminente.
3.Considerações finais
A fundação da Guarda Revolucionária MST representa um amadurecimento da luta pela soberania territorial no tabuleiro geopolítico de Warera. Não se trata de um salto ao militarismo, mas de uma adaptação forçada a um ambiente onde a defesa passiva deixou de ser uma opção viável.