Espanha Auge e queda

Daeron29 de julho de 2026politics

Como referi no artigo anterior sobre a Espanha, este país teve recentemente a ousadia de avançar para Cabo Verde e, em seguida, entrou em combate contra o Senegal por Dakar. Acabei de tomar conhecimento de que Cabo Verde é um aliado da Espanha, o que lhe proporciona opções incríveis no noroeste de África e nas Caraíbas.

A Espanha afirmou que pretendia negociar com o Senegal e, como não conseguiu contactar o seu líder, optou pelas armas; no entanto, o presidente do Senegal publicou num artigo o seu ponto de vista, afirmando que não cederia um centímetro de território e que lutaria com unhas e dentes — e foi precisamente isso que fez, não recuando nem mesmo perante as melhores promessas espanholas.

Visto que a opção africana tinha sido frustrada, a Espanha voltou-se para as Caraíbas e dirigiu-se a Porto Rico, depois à República Dominicana e ao Haiti, encontrando-se com os venezuelanos que na final ofereceram território insular.

O que a Espanha não sabia era que a República Dominicana estava repleta de rebeldes argentinos com múltiplas contas que se tinham infiltrado no governo daquele país; no entanto, esta tentativa garantiu-lhe uma quota de produção de 55% no petróleo. Enquanto a Venezuela somete a República Dominicana, España ficava satisfeita com as conquistas, manteve Dakar apenas para irritar os senegaleses.

Até aqui o auge. De 15/7 a 24/7. E eu a pensar que bem poderia ter sido Portugal — não com a mesma estratégia, mas sim, um bónus de produção de 55% é fantástico, só é preciso ter coragem.

A 25/7, a Mauritânia, membro da aliança dos olivais, invade o Senegal (que o permitiu voluntariamente), entra em Dakar e chega mesmo a tirar Cabo Verde à Espanha, cortando qualquer ligação com as Caraíbas.

A Venezuela aproveita para retomar o que tinha oferecido à Espanha e, até hoje, a Iberia conseguiu manter Porto Rico, mas não será fácil com o Haiti.

Para quem acha que a política é aborrecida, suja ou o que quer que seja: a Argentina tomou a República Dominicana, infiltrando os seus cidadãos e concedendo cidadania aos seus compatriotas; a Venezuela tem vindo a fazer o mesmo na América Central e, mais recentemente, nas Bahamas; e aí estão vocês a ver os turistas a tomarem conta de quase toda a América do Norte!

Cuidado com a França, que tem bases no Canadá e no Suriname. E é preciso pôr um freio aos Olivais que estão às portas (a França e Marrocos fazem parte, tal como a Tunísia, o Senegal e a Guiné-Bissau).

Pode ser que, no final, em Burquina Faso e na República Democrática do Congo, as nossas iniciativas fracassem por termos de defender os Açores ou o Algarve.

Não há outra alternativa: aprofundar á aliança com Espanha, ativar búnker e bases militares e nós em modo de guerra e pedir aos governos da Espanha e Portugal para tomarem boas decisões!

Por Portugal 🇵🇹, pelo Escudo 🛡️, Pela coroa! 👑