O governo da Libéria decidiu aumentar subitamente os impostos para 16%, aproveitando o monopólio nacional da produção de papel e a aparente ausência de vergonha.
A medida caiu mal.

Portugal acompanhou a crise com preocupação e interpretou o pedido de papel de forma bastante literal.

Foi então mobilizada uma força expedicionária, acompanhada por reservas estratégicas de papel higiénico português. O manifesto de carga confirma a quantidade, mas omite prudentemente o estado em que será entregue.

Fontes oficiais garantem que a ajuda portuguesa chegará diretamente às autoridades liberianas. Recusaram apenas confirmar se o papel continuará branco à chegada.