Começo o meu artigo abordando o tema mais quente: Marrocos. Como sabem, ou deveriam saber, a nossa expansão em África começou por Marrocos, tendo passado pela Argélia, Mali, Mauritânia, Bahamas, Cuba, etc. Sabem como foi financiada esta construção do reino de Portugal? Com as vossas doações! Nesse primeiro mês, o reino não produziu praticamente nada; a expansão e a repressão às contínuas rebeliões foram financiadas com as vossas doações. Depois, vieram as empresas instalar-se no reino, ou seja, só no segundo mês é que se registou uma receita por todo o esforço realizado, e já há países da aliança que querem uma parte! Como se houvesse excedentes para distribuir! Como se Portugal fosse sempre um país rico. Não era, e ainda não é, com apenas um mês de receitas!
E Marrocos mudou de governo e contactou-nos na esperança de melhorar as nossas relações, e nós aceitámos de bom grado, porque éramos inimigos apenas pelo facto de a capital marroquina ser a única ponte para Portugal entrar em África. A Espanha, por exemplo, tem as Ilhas Canárias-Marrocos e a Andaluzia-Argélia.
Como sinal de boa vontade, eles saíram das suas alianças; nós devolvemos três cãezinhos que não eram importantes para nós mantermos.
Agora há alguém vestido de preto que esteve em todas as discussões no parlamento — que não foram poucas — a dizer que temos medo, ignorando seletivamente as razões diplomáticas que expus e que nos levaram a pedir aos desenvolvedores que nos dessem outra ligação à África. Mas há também o lado económico: reprimir as rebeliões implica contratos e recompensas de 30 mil por semana; manter bunkers e bases militares (no nível 3) custa cerca de 18 mil por semana; as três regiões que devolvemos custavam-nos 6,2 mil por semana.
E estamos muito bem administrados graças ao Pedro e à sua equipa de ministros, bem como ao parlamento que acompanha tudo ao pormenor. Comparem com o Brasil, procurem os números: eles têm um império de papel. Só têm prejuízos semanais.
Assim, com grande esforço, deixámos de nos sustentar com as doações e mal acumulámos 10 mil nas últimas 3 semanas (incluindo as doações) e, repito, a aliança quer uma fatia do bolo, mesmo quando fazemos transferências para as suas batalhas.
Então pergunto: do alto da muralha não conseguem ver o que se passa? Não seria melhor vir à assembleia e pelo menos perguntar, ou pelo menos ler o que foi discutido? Pois, embora haja quem tenha ignorância seletiva, vocês já sabem o que se passa: melhoramos as relações, reduzimos custos, gerimos-nos bem.
Por isso, quero agradecer mais uma vez ao https://app.warera.io/user/688f507f779d04817c68c6f4 e à sua excelente equipa de trabalho; nós, do https://app.warera.io/party/6a4994c8dcf7e61ea03a60d4 , valorizamos cada minuto que dedicam, tirando-o da vida real, para tornar o Reino de Portugal uma realidade durante dois meses. Agora, ele deixa-nos e vai tirar umas merecidas férias.
Quem serão agora os candidatos à presidência? Conseguirá manter o Reino? Melhorará as relações com os países da aliança e com os países do Norte de África? Ou será o culpado pela queda do império? Ou pela sua falência? O próximo presidente tem uma enorme responsabilidade e vai precisar de cada grama de colaboração que cada cidadão português puder dar.