Antes de tudo, quero deixar claro que o que segue é o meu relato dos acontecimentos que culminaram na mudança de liderança do Partido Revolucionário Brasileiro (PRB) no dia de ontem. Faço questão de desmentir as narrativas que vem sendo divulgada pelo ex-líder @69d3d6f9c957f807175d543b . É uma pena que o artigo tenha ficado tão extenso, mas peço que leiam, é uma história interessante.
Dia 21 de abril: foi o dia do início das tratativas para a criação do Estatuto do Partido. Um projeto considerado fundamental e necessário por todos os membros, iniciado pelo colega @69cb32e11b3ec0006f6dcf1b . O dia também marcou a expulsão desse mesmo membro por divergências com o então líder Rafael, que mantinha uma candidatura à reeleição em andamento contra o próprio Zhukov.
Zhukov e seus camaradas argumentaram que, em todo momento, Rafael vinha sendo autoritário, com uma visão incompatível com qualquer processo democrático e, com isso, estragando a roleplay comunista. E, de fato, estava sendo — tentou eliminar a concorrência expulsando, dentro e fora do jogo, o único outro candidato à liderança do partido, restando apenas ele como opção de voto! Além disso, ainda exigiu que o Estatuto passasse pela aprovação de um membro de sua confiança para ser validado.
Dia 22 de abril: mesmo com a saída de Zhukov, membros como eu, @69d53afbf02882183b6fac87 e outros continuamos dando prosseguimento a debates muito bons sobre o Estatuto. Só que, ao longo da manhã e da tarde (entre 11:40 e 15:50), se desenrolou uma grande confusão entre nós e Rafael, que acabou culminando na nossa expulsão — junto com @69d11b05beaad2e99496b28d — do único servidor do partido. Tal qual Zhukov, fomos censurados.
E aí fica a provocação: com que autoridade ele pode expulsar membros do servidor se o Estatuto ainda estava sendo votado? Não existe nada que diga que ele poderia fazer isso. A verdade é que ele tem 40 anos e muito tempo pra encher o saco.
Depois disso, nos organizamos para articular uma forma de intervir no partido e eleger Zhukov como líder. Acontece que, apesar de já não estar mais no partido, o jogo manteve a candidatura dele. As eleições terminariam às 21:00 e, ainda no início da tarde, planejamos fazer com que ele estivesse de volta ao partido até esse horário, para que pudesse tomar posse caso fosse eleito. Com a quantidade certa de votos, havia uma chance real de vitória.
Após tratativas com diversos jogadores já cansados da postura de Rafael, às 20:55, com a ajuda de um camarada do Conselho, Zhukov conseguiu entrar no partido sem que Rafael percebesse.
Cinco minutos depois, ele foi eleito líder com 55% dos votos.
Quero usar esse artigo para dizer, em nome de Zhukov, que prometemos trabalhar pela aprovação do Estatuto e evitar que outros projetos com tendências autoritárias apareçam para manchar a imagem do partido.