Portugal já enfrentou tempos difíceis.
Já viu o seu território dividido, já enfrentou inimigos mais fortes, já foi dado como vencido. Mas a nossa História ensina uma lição simples: os portugueses podem recuar, mas nunca desistem.
Hoje, vemos os Açores, a Madeira e o Algarve fora do controlo nacional. Alguns olham para o mapa e veem derrota. Nós vemos apenas uma missão por cumprir.
Os Açores não são apenas ilhas perdidas no Atlântico. São um símbolo da resistência portuguesa.

Em 1581, durante a crise de sucessão que ameaçou a independência de Portugal, a Ilha Terceira recusou render-se às forças espanholas. Na célebre Batalha da Salga, o povo açoriano, liderado por homens e mulheres determinados, enfrentou uma força invasora muito superior e conseguiu derrotá-la. A tradição recorda ainda a coragem de Brianda Pereira, cujo nome permanece ligado à resistência terceirense. A vitória tornou-se um dos maiores símbolos da defesa da liberdade portuguesa.
Aqueles açorianos não lutaram porque tinham a certeza da vitória.
Lutaram porque sabiam que havia coisas mais importantes do que o medo.
Hoje, nós herdamos esse mesmo espírito.
Cada batalha travada, cada recurso produzido, cada soldado treinado e cada cidadão mobilizado aproxima-nos do objetivo.
Os Açores voltarão a ser portugueses.
A Madeira voltará a ser portuguesa.
O Algarve voltará a ser português.
Não porque o destino o garante. Mas porque a história mostra que somos uma nação que nunca aceita perder o que é seu!
Que todos os portugueses se unam.
Que os nossos aliados saibam da nossa determinação.
E que os nossos adversários compreendam uma verdade que a história repete há séculos:
Portugal pode ser ferido.
Portugal pode ser cercado.
Mas Portugal nunca se rende.
Antes morrer livres do que em paz sujeitos!