

Brasil e Argentina assinaram, na manhã de ontem, um Pacto de Não Agressão (NAP), que estabelece uma trégua temporária entre os dois países. Com duração prevista de duas semanas, o pacto tem como objetivo permitir a recuperação dos soldados e das cidades afetadas pelo conflito, além de possibilitar a recuperação econômica e a redução do déficit acumulado em decorrência dos custos de guerra.
O conflito, que perdura há meses, culminou na dominação total do território argentino pelo Brasil no último mês. Após semanas de discussões entre os chefes de Estado de ambos os países, a disputa territorial ganha um novo capítulo.
O acordo bilateral estabelece condições para a manutenção de uma paz temporária entre as duas nações.
Termos do acordo
1. Fica estabelecido um Pacto de Não Agressão (NAP) exclusivo entre o Brasil e a Argentina.
2. Ambas as partes concordam em não atacar as regiões centrais (core regions) uma da outra.
3. O Pacto de Não Agressão aplica-se exclusivamente às duas nações, não se estendendo aos seus respectivos aliados.
4. O NAP permanecerá em vigor por duas semanas, até o dia 24 de outubro de 2026.
5. Todas as bases militares localizadas ao longo da fronteira entre os dois países deverão permanecer desativadas durante toda a vigência do NAP.
6. Caso surja qualquer divergência após a entrada em vigor do pacto, como questão de honra e boa-fé diplomática, os presidentes de ambas as nações ou seus respectivos representantes deverão ser informados sobre qualquer suposta violação do acordo antes que ocorra qualquer conflito ou ato de hostilidade.
O pacto não prevê o fim da guerra, mas propõe um intervalo de duas semanas para que os países signatários possam se recuperar econômica e militarmente.


Sammylocke
Ministro da Comunicação
da República do Brasil