Bom dia caros portugueses!
Hoje damos início ao processo de reconquista. A Bélgica, o nosso vil ocupante, encontra-se enfraquecida e foi forçada militarmente a devolver territórios na Irlanda; as suas tropas na nossa terra sagrada enfrentam falta de abastecimentos e as suas opções não são nada animadoras: morrer ou fugir.
Embora compreendamos que a ocupação se deve ao ódio à aliança a que pertencemos e à inveja do nosso recente baby-boom, esta foi fortemente financiada pelo Egito e pela África do Sul, os monopólios mundiais do aço; com a próxima atualização do jogo, seria-lhes difícil manter qualquer ocupação, por mais bem financiada que fosse. Por isso, sabíamos que seria de curta duração e era só deixá-los desabafar ter paciência.
Faltam apenas 4 dias para o prazo de apresentação das candidaturas à presidência da República. O atual presidente lidera os destinos do país há cerca de 11 meses, com períodos de grande expansão e períodos de ocupação total; de qualquer forma, países como os Países Baixos conseguiram manter a sua economia em expansão mesmo em guerra constante, enquanto a nossa está em queda livre o cresce muito pouco. O presidente já mostra sinais de cansaço; uma responsabilidade tão elevada durante tanto tempo tem custos emocionais, sobretudo no que diz respeito ao prazer de jogar. A política é exigente. Vai voltar a candidatar-se ou seguirá os passos de Oliveira Salazar? Deixará espaço a um sucessor nomeado, como Marcello Caetano, enquanto recupera a saúde? Vai permitir que as novas gerações tenham a experiência de ser presidente?
Com o baby-boom, estas serão eleições muito interessantes; o partido Espada Tuga registou um aumento significativo de novos membros. Esse partido moldou as suas políticas com base nas experiências do mundo real, dedicando-se fortemente à diplomacia, à burocracia e à dependência económica de outros países. O outro partido, o seu opositor, a Frente de Restauração Nacional, não é muito ativo; os seus membros dedicam-se mais ao seu ramo económico: a restauração! O terceiro partido é uma experiência que alguém fez uma vez e percebeu que é um desperdício de dinheiro, tempo e esforço.
Normalmente, a participação situa-se entre os 30% e os 40%, votam, em particular, aqueles que já são militantes partidários. Se o povo e, sobretudo, os novos cidadãos soubessem como estas decisões afetam o seu dia-a-dia, a sua qualidade de vida e a sua prosperidade... Estas eleições são realmente muito interessantes!
P.S.: os cidadãos mais idosos, aqueles com mais tempo e experiência na luta em Warera, podem corrigir ou complementar o que foi dito neste artigo, elaborado como um artigo de opinião.
P.S. 2: Obrigado pela vossa atenção e agradeço desde já as gorjetas e a subscrição.