"Gostamos da paz, mas não fugimos da guerra!"

Eu vi esta guerra de perto.
Vi a Libéria cair, primeiro no Oeste, depois no Sudeste. Vi a Argentina avançar sobre São Paulo. Vi seis frentes se abrirem contra o Brasil quase ao mesmo tempo. Vi nossos aliados responderem.
Vi a Colômbia recuperar seu território na Amazônia. Vi Serra Leoa tentar abrir uma nova frente na África — e cair. Vi Belém ser tomada pela França. E agora vejo Fortaleza sob ataque.
Vi mercenários chegarem por dinheiro, e outros permanecerem por honra. Vi o Peru permanecer ao lado do Brasil quando até dentro de nossas próprias fileiras surgiam críticas e dúvidas. Vi medo, exaustão e raiva.
Mas também vi algo mais importante:
Vi o Brasil continuar de pé.
Esta guerra nos tomou territórios. Consumiu recursos. Testou nossos comandantes, nossas alianças e nossa capacidade de continuar avançando quando tudo parecia exigir recuo.
Mas território pode ser retomado.
O que importa agora é que nossos inimigos aprenderam uma coisa:
O Brasil não precisa de uma guerra fácil para continuar lutando.
Nós derrotamos a Libéria. Sobrevivemos a seis frentes. Perdemos território e não entramos em colapso. Abrimos Posadas enquanto ainda estávamos sob pressão. E nossos aliados continuam ao nosso lado.
Então, a cada comandante brasileiro que ainda está no campo de batalha:
Não lutem porque a vitória está garantida.
Lutem porque a rendição não está.
A guerra ainda não acabou.
Mantenham a linha.
"We like peace, but we don't shy away from war!"

I have watched this war from the front lines. I saw Liberia fall, Western and Southeastern. I saw Argentina come for São Paulo, six fronts open at once, and allies answer the call. I saw Colombia reclaim its Amazonian territory, Sierra Leone arrive and fall, Belém fall to France, and now Fortaleza come under fire.
I have seen soldiers hired for money, and others who stayed for honor. I have seen Peru stand beside Brazil when the strategy was questioned even from within our own ranks. I have seen fear, exhaustion, anger — and still, Brazil holding the line.
This war has taken territory from us. It has cost us resources. It has tested our leadership, our alliances and our patience.
But territory can be retaken.
What matters now is that the enemy has learned something:
Brazil does not need an easy war to keep fighting.
We fought Liberia. We survived six fronts. We lost ground and did not collapse. We opened Posadas while under pressure. Our allies remain beside us.
So to every Brazilian commander still on the battlefield:
Do not fight because victory is guaranteed.
Fight because surrender is not.
The war is not over.
Hold the line.