Um louvor á resiliência Lusitana

Bop11 de junho de 2026other

Aqui me encontro sentado na margem, observando com triste atenção o lindo rio cujo nome hoje em dia bem poderia ser Al-Tejo.

Porém não aceito.

Por entre o rio e o assobio do vento oiço, suave e carinhosa, a voz de uma ou talvez duas musas, tais estas as que inspiraram grandes nomes e sobrenomes e épicos dos mais famosos escritores e guerreiros Lusitanos. Só espero eu não encontrar o mesmo fim.

Que estas então me inspirem, a mim e a todos os Portugueses, que estes enfrentem denovo a história que á tanto fora por muitos esquecida, que por mais ainda fora desprezada e que por nós nos dias de hoje será repetida.

Perante tal desespero, tal invasão muçulmana, fantoches de outras nações sombrías, sería mais fácil desanimar e deixar de lutar.

Porém não aceito.

Estes não aceitam.

Não aceitamos.

Por entre as brumas da memória lembrem, a força de um país pequeno cuja glória fora grande! O espírito indomável da fera lusitana! Descendentes do infame deus Luso e donos dos mares! Monstros e feras nos temem, Adamastores em terra firme! A HORA CHEGARÁ PARA REESCREVER A HISTÓRIA.

Firmes na maré,

com os olhos no horizonte,

jazem os homens de hoje,

a sua paciência chega em breve,

ao limite que o inimigo teme.

Firmes na maré,

com os olhos fechados,

Riem-se confiantes,

Riem-se os cravos.

  • Bop.

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